Archive for the ‘Natal’ Tag

Papai Noel existe (e é do PT)

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Este espaço teimou em duvidar do tal Fundo Soberano do Brasil. O cofrinho anunciado pelo ministro Mantêga – em linguagem debochada para chamar os jornalistas de ignorantes – seria capitalizado com o superávit primário excedente.

O que foi dito aqui é que, se houvesse excedente, não seria primário. Traduzindo: o superávit que o governo faz não é sobra, nem pode conter sobra, porque serve para abater a dívida pública. Por isso é primário.

Traduzindo de novo: superávit primário excedente é um aborto da natureza.

E esse aborto acaba de ser realizado com sucesso. Por medida provisória, o governo vai emitir 14 bilhões de reais para forrar o tal Fundo. Como a crise está aí e não há vestígio de dinheiro sobrando, se dará o milagre: o próprio governo vai aumentar o superávit primário em 14 bilhões de reais…

Cortar 14 bilhões para emitir 14 bilhões. Para que?

É simples. O dinheiro cortado é o do orçamento, carimbado, de gasto obrigatório em determinados fins, como a saúde pública. O dinheiro emitido para o glorioso Fundo Soberano do Brasil é bem mais livre, permitindo a Lula investir, com soberania, nos projetos de maior retorno eleitoral.

Como se vê, nem todos serão iguais perante a crise.

Retirado do blog do Guilherme Fiuza

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Feliz Natal e que Deus abençoe a família de todos nós

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Milagre de Natal: Bebê nascido após atropelamento da mãe está em estado grave

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Elaine Resende – Portal Uai 

Está internado em estado gravíssimo o bebê prematuro socorrido na noite dessa segunda-feira no Hospital Odilon Behrens. A mãe do recém-nascido, de sete meses e meio, morreu atropelada por um ônibus no bairro Aeronautas, em Lagoa Santa, na Grande BH.

Os bombeiros foram acionados e contaram que, no momento do acidente, a barriga da gestante se rompeu, o que provocou o “parto” repentino. Marlene Martins de Oliveira, de 34 anos, morreu no local.

A assessoria do hospital informou que o bebê deu entrada às 19h34 dessa segunda, pesando 1,780 kg. O quadro de saúde do menino é grave e ele está internado no CTI infantil. O recém-nascido precisa ser submetido a uma tomografia, mas os médicos aguardam porque até o transporte dele é uma operação delicada.

Ainda não se sabe se há uma lesão na cabeça e suspeita-se que ele tenha sofrido uma fratura na perna. A criança também está com diversas escoriações pelo corpo. Ainda conforme a assessoria, uma médica teria dito que a “criança também foi atropelada, daí a gravidade da situação”.

O menino passou por exames de rotina e se alimenta por meio de uma sonda. De acordo com a assessoria, até as 11h desta terça-feira, nenhum familiar havia procurado o hospital.

NORAD – 53 anos rastreando Papai Noel

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Em 1955 o Coronel Harry Shoup, Comandante do Continental Air Defense Command (CONAD) tomou o susto de sua vida. Era o Auge da Guerra Fria, o mundo estava literalmente à beira de uma guerra nuclear, e o Telefone Vermelho tocando era problema. Só duas pessoas tinham o número: O Secretário de Defesa e o Presidente dos EUA.

O Coronel Shoup atendeu com um “sim, senhor” e do outro lado uma garotinha perguntou “você é Papai Noel?”

Primeiro ele achou que fosse uma brincadeira de alguns dos soldados na base, mas conversando com a menina e depois com a mãe, o mistério foi resolvido: Um anúncio da Sears, com uma linha para crianças falarem com Papai Noel foi publicado com o número errado: O Número da Linha Vermelha Secreta do CONAD, que alguns anos depois se tornaria o NORAD, o órgão máximo de Defesa Continental, uma instituição binacional entre EUA e Canadá.

De brincadeira o Coronel mandou o pessoal dos radares rastrear Papai-Noel, e atender as ligações das crianças. A brincadeira pegou, nos anos seguintes as crianças começaram a ligar mais e mais, e os militares de folga se apresentavam como voluntários para atender na Noite de Natal as ligações. Os dados mais recentes falam de mais de 300 voluntários.

Com o tempo foi criada uma tradição onde na Noite de Natal um alerta soa na Montanha Cheyenne, base do NORAD, e um operador avisa ao comandante que foi detectado um objeto pequeno, do tamanho de um trenó, vindo em direção aos EUA. O comandante informa que é Papai Noel, e manda liberarem permissão para ele entrar no espaço aéreo.

Em alguns anos são enviados caças para escoltar Papai Noel, e desta vez serão dois pilotos canadenses, em F18s.

O NORAD hoje tem um site dedicado ao rastreio de Papai Noel, em www.noradsanta.org, com textos em inglês, francês, alemão, italiano, japonês, espanhol e chinês. O telefone AINDA funciona, com o número 1-877-HI-NORAD.

Vi no Meio Bit

Ceia de Natal fica até 30% mais cara com preços variando em até 309%

Nice Silva, Especial para o Hoje em Dia

A ceia de final de ano deve ficar entre 20% e 30% mais cara, calculam comerciantes. Todos os produtos importados e, portanto, com preços vinculados ao dólar, sofreram com a elevação da moeda norte-americana a partir do mês de setembro. De janeiro a novembro deste ano, o dólar acumula um aumento na cotação de 35,59%. Até as brasileiríssimas castanhas de caju e do Pará, que têm os preços influenciados pelas exportações, aumentaram entre 15% e 20% e se igualaram ao encarecimento das tâmaras, das castanhas chilenas, dos damascos turcos ou do pistache iraniano.

Segundo pesquisa divulgada ontem pelo site Mercado Mineiro, a diferença entre os preços praticados na semana passada e a última semana de novembro de 2007 pode chegar a 61%, caso da ameixa importada. As nozes (35%) e as avelãs (18%) também ficaram mais salgadas.

Mesmo com a alta de preços imposta pela desvalorização do real, no entanto, continua valendo a pena bater perna para pesquisar. O quilo da castanha do Pará, por exemplo, pode variar de R$ 8,90 a R$ 38,99, uma variação de 338,08%, segundo a pesquisa.

No Mercado Central, o bacalhau mais vendido, o saith, tem preços que variam entre R$ 16,90 e R$ 25 o quilo. Já a variedade mais cara, o bacalhau do Porto, pode ser encontrado de R$ 39,90 a R$ 69,80 nas lojas especializadas e supermercados, uma diferença de 78,97%.

Mas o consumidor anda estranhando o sal do bacalhau. O comerciante Geraldo Henrique Lopes, do empório Amanda, diz que há uma semana baixou o preço do corte sem pele e espinhas, de mais de R$ 78 para pouco mais de R$ 70.

Também baixou outro corte mais barato, de R$ 48,90 para R$ 46,90. Ele diz que as medidas tiveram pouco efeito, e o movimento continua fraco , e se queixa também da especulação dos importadores: “eles vendem, mas não entregam”, conta, referindo-se aos atacadistas paulistas dos quais ele compra e que estariam segurando a mercadoria, de olho no vaivém do dólar e na proximidade das festas de fim de ano. Segundo Lopes, o preço do bacalhau pode subir ainda mais nos próximos dez dias.

O comerciante Cleisson Valadares, do Empório Valadares, afina o coro com Lopes. “É claro que eles especulam, porque a cada dia que a gente consulta, o preço sobe acompanhando a cotação do dólar”, observa.

Mas o vendedor Gesivaldo Santiago, da Minas Caju, acha que o preço do bacalhau já se estabilizou. “Os importados variam de acordo com a onda do dólar, mas parece que a moeda já conseguiu uma certa estabilidade, por isso o bacalhau não deve mais subir”, defende.

O gerente do Império dos Cocos, Alexandre Cândido, garante que a crise não elevou o preço do bacalhau que ele vende. “Tinha feito estoques entre julho e agosto e espero manter o preço até encerrar o ano”, diz.
Cândido avalia que o consumo do bacalhau vem passando por mudanças de uns 13 anos para cá. “Atualmente, até restaurantes de comida a quilo têm o bacalhau no cardápio, e o consumo do final de ano que era pequeno há alguns anos, já chega a ser cerca de 80% do que é consumido no período da Quaresma”, explica.

No Império das Azeitonas, as graúdas e as castanhas de caju tiveram elevação de 27% há um mês e meio e ficaram nas alturas. Mas o comprador Dulcinei de Souza Silva não se abala e assegura que a freguesia se mantém fiel. “Não faço estoque. O preço pode estar alto, mas o freguês sabe que aqui ele tem garantia de encontrar mercadorias novas”, diz.

Entre lojas, a variação dos preços justifica, e muito, a pesquisa. O quilo de passas, por exemplo, varia 309,52%, com a preços entre R$ 3,15 e R$12,90. Já o quilo das amêndoas variou de R$ 19,58 até R$ 62,49 na semana passada, uma diferença de 219,15%. entre os estabelecimentos.

Para o quilo das nozes sem casca foram encontrados preços entre R$ 45 e R$93,90, o que representa uma variação de 108,66%. Já o quilo da ameixa seca com caroço registrou uma variação de 74,41%, com o menor preço encontrado a R$ 8,99 e o maior de R$ 15,68 . Confira a pesquisa na íntegra em www.mercadomineiro.com.br. (Colaborou Cássia Eponine)