Archive for the ‘Salvamento’ Category

Tragédia em SC: Salvo pelo telefone

Carro em estrada SC

O motorista do automóvel da foto abaixo estacionou o carro à beira da estrada e caminhou para um telefone próximo. O morro desabou em seguida, empurrando o asfalto em direção ao rio, um afluente do Itajaí-Açu. Operários agora cavam ainda mais o morro na tentativa de arrumar um desvio e liberar a via. Na região do município de Gaspar, de cada dois morros que se vê da estrada, um teve desabamento.

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Tragédia em Santa Catarina: Sobe para 116 o número de mortos no estado

hospital-exercito-sc

A Defesa Civil de santa Catarina confirmou na noite desta segunda-feira a morte de mais duas pessoas no município de Luiz Alves, elevando o número total de vítimas fatais das enchentes para 116. Ainda de acordo com boletim da Defesa, o número de desalojados e desabrigados chega a 78.707, sendo 27.410 desabrigados e 51.297 desalojados. Ainda há 31 desaparecidos.

As duas vítimas são Felipe Soplisk, de 7 anos, que havia sumido no domingo, após um deslizamento, e Licia Luciane, de 66 anos, também atingida por um deslizamento no sábado, no morro do Serafim. O marido dela, Valmor Luciane, de 70 anos, está desaparecido.

O hospital de campanha montado pela Força Aérea Brasileira (FAB) perto da cidade de Itajaí começou a receber nesta segunda as vítimas das enchentes. O hospital, no cruzamento da Rodovia Jorge Lacerda com a BR 101, tem capacidade para atender 400 pessoas em cinco especialidades: pediatria, ginecologia, ortopedia, clínica e odontologia. A unidade espera receber pacientes das cidades de Itajaí, Ilhota, Navegantes e Gaspar. Mas nesta segunda-feira atendeu apenas 85 pessoas.

Leptospirose
A Secretaria estadual de Saúde de Santa Catarina começou a contabilizar as suspeitas de doenças infecciosas. Até o momento, já foram registrados 20 casos suspeitos de leptospirose. “A nossa prioridade nos próximos 15 dias será identificar os casos suspeitos e iniciar imediatamente o tratamento”, diz o diretor de Vigilância Epidemiológica do Estado de Santa Catarina, Luís Antonio Silva.

De acordo com Silva, o conceito de ‘caso suspeito’ foi ampliado para que os médicos possam evitar a propagação da doença e possam também incluir um número maior de pessoas no programa de tratamento preventivo. “Basta que um paciente apresente febre, cefaléia ou mialgia e tenha tido contato com as águas da enchente para que seja imediatamente colocado em tratamento”, explica Silva.

Dengue 
O combate à dengue será outra etapa nesse pós-enchente. Conforme Silva, possíveis surtos da doença poderão surgir em lugares onde ficar água parada e entulhos – abrigo para o mosquito transmissor. As doenças mais comuns que podem se proliferar em situações após grandes enchente são: infecção por rotavírus, hepatite A, febre tifóide, salmonelose, shigelose, amebíase, leptospirose e poliomielite.

As autoridades sanitárias locais também alertam a população para os riscos de acidentes com cobras, escorpiões, lagartas e aranhas. Em caso de suspeita de picada a orientação é ligar imediatamente para o serviço de vigilância sanitária do estado (0800 – 6435252).

Telefones úteis

Polícia Militar: 190
Corpo de Bombeiros: 193
Defesa Civil Estadual: (48) 3244-0600
Defesa Civil Municipal: 199
Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc): 0800-480196
Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan): 0800-6430195
Polícia Rodoviária Federal: 191
Polícia Rodoviária Estadual: 198
Consultas sobre as contas bancárias para doações: 0800-482020
Casos de picadas por animais e insetos venenosos e envenenamentos em geral: 0800–6435252 Plantão 24 horas
Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde:
(48) 3251-7891, 3251-7965, 3251-7892, 3251-7962 – das 13 às 19h.
Ouvidoria da Saúde: 0800-482800 – das 7 às 19h.
Dúvidas sobre leptospirose ou dengue:(48) 3221-8454, das 13 às 19h.
Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU): 192

A turma de Mercadante: “Nós somos a bancada da abstenção”, comemora petista

Por Expedito Filho, Eugênia Lopes e Christiane Samarco no Estadão:
O principal articulador da operação para salvar o mandato de Renan Calheiros (PMDB-AL) – desde que ele se licencie do cargo de presidente do Senado – foi o senador Aloizio Mercadante (PT-SP). Sem nenhum constrangimento, ele admitiu ter sido a favor da abstenção: “Minha abstenção é um gesto de quem gostaria que essa investigação fosse concluída.”

Parte dos 12 senadores petistas era favorável à cassação, mas a articulação feita às pressas levou parlamentares da sigla a se absterem na votação. “Nós somos a bancada da abstenção”, comemorou a senadora Fátima Cleide (PT-RO), no plenário do Senado, ao lado dos petistas Sibá Machado (AC), João Pedro (AM) e a líder Ideli Salvatti (SC).

Sempre discreto nas articulações em favor de Renan, Mercadante surpreendeu ontem a oposição na sessão de julgamento. “Esses seis votos pela abstenção são estranhos e foram combinados. Isso foi orientação partidária, do PT”, disse Sérgio Guerra (PSDB-PE). “A maioria dos discursos no plenário foi pela cassação de Renan. Aí aparecem essas abstenções do nada. Não estou surpreso e, sim, decepcionado”, afirmou Jefferson Peres (PDT-AM).

PT vira o vilão na absolvição de Renan

mercadante.jpgLuiz Carlos Azedo (Estado de Minas) e Leandro Colon e Lilian Tahan (Correio Braziliense):
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve sua absolvição em plenário principalmente aos senadores Aloizio Mercadante (PT-SP) e José Sarney (PMDB-AP). Mercadante teria conseguido segurar os votos dos petistas que pretendiam votar a favor da cassação. Sarney manteve o firme o apoio de seu grupo e mobilizou votos não somente no PMDB, como no DEM, no qual o senador Edison Lobão (DEM-MA) é apontado como a única defecção na bancada. Para a oposição, houve um acordo do PT com o alagoano, cujos termos ainda não foram revelados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria orientado a bancada a não votar pela cassação em qualquer hipótese.

“O acordo foi a abstenção. Ficou claro isso. O PT deu seis votos pela abstenção”, disse Sérgio Guerra (PSDB-PE), logo depois do encerramento da sessão. Irritado, Guerra procurou o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), do lado de fora do plenário, e voltou a responsabilizar os petistas pela absolvição de Renan. “Jucá, a abstenção foi do PT”, disse. O peemedebista preferiu não responder.

A reação do líder do PSDB, senador Arthur Virgílio Neto (AM), ao desfecho da votação foi irada: “Eu não esperava que seis pessoas cometessem o exercício pornográfico de safadeza cívica da abstenção. Eu não consigo achar respeitáveis as seis pessoas do voto safado da abstenção. Não venham me dizer que não tinham posição formada”, declarou. Eduardo Suplicy (PT-SP) negou um acordo com a bancada petista pela abstenção. “Eu votei pela cassação e outros três senadores do PT me disseram ter votado também: o Augusto Botelho (RR), o Paulo Paim (RS) e o Flávio Arns (PR). Os votos que decidiram a não-cassação podem ter vindo do PSDB e do DEM”, assinalou.

Segundo a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), houve mudança repentina de humores na bancada petista. “O clima entre eles era a favor da cassação, mas, durante a sessão, no cafezinho, o que se ouvia é que houve um acordo com Renan”, disse. Kátia e Efraim de Moraes (DEM-PB) fizeram um levantamento dos votos declarados das bancadas de oposição e chegaram à conclusão de que houve apenas uma traição. Pelas contas dos dois, eram 36 os votos amarrados pela cassação.

Entre os 12 senadores do PSDB, o alagoano João Tenório já havia declarado voto a favor do presidente do Senado. O DEM contabilizava 16 votos, uma vez que Lobão não foi a reunião da bancada que fechou questão. No PMDB, Jarbas Vasconcelos(PE), Pedro Simon (RS) e Garibaldi Alves (RN) votaram pela cassação. No PSB, Renato Casagrande (ES) e Patrícia Saboya (CE) também.

No PDT, Jefferson Peres (AM) e Cristovam Buarque (DF) acompanharam a oposição. Na mesma linha foi o voto do senador José Nery (PSOL-PA)), autor da representação. Há dois suspeitos de traição, um no PSDB, o senador Flexa Ribeiro (PA), e outro no DEM, o senador Romeu Tuma (SP), do grupo de Sarney.

Na Câmara
Os deputados avaliaram que a decisão dos senadores de manter o mandato de Renan Calheiros (PMDB-AL) terá repercussões também na Câmara. De tão interessados no desdobramento do episódio envolvendo o presidente do Senado, um grupo de 13 parlamentares conquistou na Justiça o direito de acompanhar a votação no plenário. Após o resultado, a turma de oposição saiu decepcionada da sessão.

Fernando Gabeira (PV-RJ) disse que o placar favorável à Renan fará o “Congresso sangrar. Nem são só os senadores, mas toda a instituição ficará comprometida”. Na opinião de Luciana Genro (PSOL-RS), com o posicionamento de quarta-feira os senadores assinaram o atestado de óbito da Casa. O deputado Raul Jungmann (PPS-PE) também fez previsões pessimistas da tribuna do plenário. “A crise vai continuar, parece que veio para ficar”, antecipou o parlamentar. O prognóstico de ACM Neto (DEM) é de que a absolvição de Renan vai repercutir na Câmara: “Os deputados pagaram um preço alto em função do escândalo do mensalão. Agora, é a vez de o Senado protagonizar um escândalo, em que os estragos serão normes”.

Choque entre trens mata oito e fere 111

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Ao menos oito pessoas morreram e 111 ficaram feridas no choque entre dois trens urbanos, às 16h09 de ontem, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. O trem prefixo UP-171, com oito vagões e capacidade para 850 pessoas, atingiu o quarto e último vagão da composição WP- 908, sem passageiros, que transitava na mesma via, em sentido oposto. Foi o pior acidente ferroviário no Rio nos últimos dez anos. Em 1996, batida de um trem de passageiros com outro de carga deixou 15 mortos.

O trem vazio estava em teste e não conseguiu passar a tempo para a via paralela. Foi atingido pelo outro, que ia da Central do Brasil (centro) para Japeri (Baixada), provavelmente a cerca de 80 km/h. O acidente aconteceu próximo à estação de Austin, em Nova Iguaçu. “As ferragens foram sugando as pessoas aos poucos. Consegui pular e saí por cima do trem. Foi horrível : muito pânico, muita criança chorando e gente correndo”, contou o auxiliar de cozinha Edson Carlos Andrade, 33, que estava no primeiro vagão do trem de passageiros e voltava de seu primeiro dia de trabalho, na Urca (zona Sul).

Saiu com apenas um ferimento leve no joelho, mas se perdeu de um amigo, identificado só como Didi. Até as 21h, a Supervia (concessionária de transporte ferroviário no Rio) não informou quantos passageiros estavam no trem. De acordo com testemunhas, a maior parte dos mortos e feridos viajava no primeiro vagão. Devido à violência da batida, corpos ficaram mutilados e desfigurados. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, Pedro Marco Cruz Barbosa, os cadáveres estavam em “estado muito sofrido”.

Socorro
Maíra Reis, 17, estudante, mora em frente ao local do acidente e estava no quarto quando ouviu o estrondo. “Subimos ao terraço (de onde é possível ver a linha férrea), vimos as pessoas, ensangüentadas, gritando e pedindo socorro. Foi uma correria, os moradores saíram das casas para ajudar.” Os bombeiros confirmaram o nome de dois dos mortos na colisão: Norival Ribeiro do Nascimento, 50, e Jesse da Silva Lorosa, 70, terceiro-sargento aposentado da PM.

O maquinista do trem que estava com passageiros teria pulado pela janela na hora da colisão e se salvado. Ele não tinha sido localizado até as 21h. A falta de informação era a principal queixa das pessoas que procuravam seus familiares no local do acidente. “Minha mulher costuma chegar em casa neste horário e até agora nada. Não tenho certeza se ela estava no trem. Estamos aqui preocupados e eles não dão informações”, reclamava Genivaldo Jovino Teixeira, 41. (Folhapress)

Está faltando ele!

Ministros de Estado, a cúpula do partido do governo, presidente e líder do governo na Câmara, presidentes e líderes de partidos da base aliada – estava  todo mundo no mensalão. Ou seja, o governo do PT remunerava parlamentares para votar a favor de seus projetos. E o Presidente não sabia? A quem interessa o crime? Os votos eram em favor de quem? Procurador, faltou o Lula na sua denúncia. Não adianta nada levantar a bola com os seus 40 nomes, se você não vai cortá-la. Ele é o grande ausente na clientela do STF. 

Vi no Blog do Jefferson

Tragédia de Congonhas: Mecanismo impediu funcionamento de freio, diz piloto

De Sérgio Duran em O Estado de S. Paulo, hoje:
“Três pilotos ouvidos pelo Estado, que preferiram não se identificar, afirmaram que um dos reversos do avião da TAM estaria “pinado”. O termo, eles explicam, significa que a peça teria um pino para travar o freios. Isso impediria que a aeronave tivesse os freios ativados inesperadamente, como ocorreu na decolagem do Focker 100, em 1996, provocando o acidente que matou 99 pessoas. No entanto, também teria impedido que os freios funcionassem no pouso.

O reverso é um dispositivo usado para desacelerar o avião durante os pousos. O Airbus A-320 da TAM estaria apenas com um deles funcionando corretamente. Os três pilotos – dois deles comandantes da Gol e um deles da TAM – disseram que essa informação foi dada por colegas. O Estado conversou com eles em hotéis da zona sul da cidade, onde se hospedam entre um vôo e outro.

Segundo um deles, que tem 21 anos de profissão, havia também problemas na pista de Congonhas, recém-inaugurada. Assim como já afirmaram vários especialistas, o comandante também percebeu que a pista estava funcionando sem as ranhuras transversais – chamadas de grooving – necessárias para o escoamento de água. Sem isso, o piso poderia empoçar e causar aquaplanagem. O comandante contou que já havia feito vários relatórios sobre o problema na nova pista.

“Era um pista tão nova e já muito emborrachada”, completou o comandante. Ele explica que também informou em seus relatórios que a borracha solta dos pneus dos aviões estava deixando a pista mais escorregadia ainda.

Os pilotos não pareciam tão tranqüilos como os passageiros. “Todos sabem que a pista não poderia estar aberta com essa chuva. Ela não está pronta. Mas piloto não pode reclamar porque perde emprego”, diz um experiente piloto, com 33 mil horas de vôo no currículo, que preferiu não se identificar. “Se fosse eu, teria arremetido a aeronave. Não decolaria com esta chuva. Mas como muitos aviões aterrissaram sem problema, o piloto deve ter achado que seria seguro. Mas não é.

Roriz renunciou

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Joaquim Roriz renunciou ao mandato de senador. A carta-renúncia acabou de ser lida por seu colega Mão Santa (PMDB-PI) na sessão ainda em curso do Senado.

– Volto para o grande mistério da vida”, diz Roriz a certa altura da carta. Ele se disse vítima do “mal”, apesar de sua vida ter sido pautada pelo “resguardo da coisa pública”.

Roriz não quis se arriscar a responder processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado. Se o fizesse e fosse condenado ali e, depois, pela maioria dos seus pares no plenário do Senado, ficaria inelegível até 2002.  

Renunciando, Roriz preserva seus direitos políticos e pode se candidatar nas eleições de 2010. Em 2008, haverá eleições municipais no país – mas não em Brasília. Aqui não há prefeito nem vereadores. Deputado estadual aqui se chama deputado distrital.

– Sinto, acima de tudo, que não se pode viver feliz olhando-se apenas para si mesmo. É preciso viver para os outros, sobretudo para os humildes, os necessitados. É o que tenho procurado fazer por toda a minha vida – diz Roriz na carta-renúncia.

– O desapreço dos senadores pelo destino do colega [ele] foi notável. Apenas 12 compareceram [à sessão onde ele se defendeu da tribuna do Senado].

– Demonstrei cabalmente a lisura da minha conduta. [Mas o Corregedor do Senado, Romeu Tuma] condenou-me publicamente pela imprensa. Minha inocência por mim proclamada não mereceu acolhida.

– O furor da imprensa, o açodamento de alguns, lamentavelmente ecoaram mais alto. Pesou apenas o propósito de destruir uma vida pública coroada por relevantes serviços prestados à sociedade, particularmente ao povo mais humilde.

– Meu alento está em que o Ministério Público fez questão de ressaltar que os fatos a mim imputados não guardam relação com a malfadada Operação Aquarela [que apura o desvio de recursos públicos no Banco Regional de Brasília].

– São essas as razões motivadoras do posicionamento que sou obrigado a tomar, tanto mais em respeito ao povo do Distrito Federal. Não temo que meu gesto seja interpretado como demonstração de fraqueza.

–  A gente de Brasília, os humildes aos quais nunca faltei, o povo, enfim, haverá de me entender. E todos me farão justiça. Tenho plena convicção.

Fonte: Blog do Noblat / Foto: Roberto Stuckert Filho(Agência O Globo)

Idéia é apear Renan da presidência do Senado e depois ajudá-lo a se salvar

Frase ouvida de um importantíssimo senador governista, desses que em público estão firmes a favor de investigar até o fim o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL): “Acho que agora não tem mais volta. O processo vai até o final. O Renan deve ficar na cadeira até o fim. Se ele se licencia ou se renunciar à presidência do Senado, crescem as chances de ser absolvido no voto secreto no plenário. Mas se insistir em ficar como presidente até o final, o placar fica muito apertado, até com o voto secreto… A solidariedade da Casa tem limites. Ninguém vai querer ir junto para o buraco”.

Em resumo, o senso comum existente no Senado é sobre a impossibilidade de ter Renan como presidente da Casa. Já como senador-zumbi, sem poder, tudo bem.

É um conceito bem elástico de Justiça. Se for presidente do Senado, cassação nele. Se não estiver com o poder na mão, vamos deixar tudo por isso mesmo.

Fonte: Blog Fernando Rodrigues

Mulher engasga com maçã e é salva por massagem do cachorro nos EUA

debby.jpgDebbie Parkhurst, de 45 anos, estava comendo uma maçã em sua casa na semana passada quando um pedaço da fruta entalou em sua traquéia.

Ela tentou aplicar uma técnica de desengasgo chamada “heimlich”, e começou a dar socos no próprio peito. Não funcionou. Quando ela já começava a sufocar, seu cachorro Toby, um golden retriever de 2 anos, entrou em ação.

“Toby ficou em pé, apoiado nas patas traseiras, e pôs as patas dianteiras nos meus ombros”, conta Debbie.

“Aí ele me derrubou no chão e, quando eu estava de barriga para cima, ele começou a pular em meu peito.” De repente a maçã saltou para fora. Toby lambeu o rosto da dona para impedir que ela desmaiasse.

“Estou com hematomas em forma de patas no meu peito e um pouco rouca, mas, fora isso, estou OK”, afirmou Debbie. “O médico disse que provavelmente eu não estaria aqui se não fosse Toby. Eu fico olhando para ele e dizendo: ‘Você é maravilhoso’.”

Fonte: Portal G1 / Foto: Cecil Whig – AP