Archive for the ‘Propaganda’ Category

Revista Placar chega congelada aos assinantes

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Entre hoje (01/12) e amanhã (02/12), um mailing selecionado receberá a edição de dezembro da Revista Placar congelada. A ação é uma iniciativa da cerveja SOL criada pela agência Fischer América.

Para viabilizar a idéia, que integra a nova campanha de verão da marca, foi montada uma operação especial neste último fim de semana. Ao sair da gráfica, as revistas foram embaladas com uma película plástica duplamente reforçada e depois enviadas para um galpão de manuseio, onde foram congeladas em um molde feito sob medida. Em seguida foram acondicionadas em uma caixa de isopor especial, fechada com uma cinta, para finalmente começar o processo de distribuição aos assinantes, em carros frigoríficos.

Ao abrir a embalagem, o leitor verá a revista em um bloco de gelo e um texto com as instruções de como descongelar a revista para leitura

Fonte: Aletp

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Governo teme que procurador-geral denuncie o ministro Mares Guia

mensalaomineiro.jpgPor João Domingos, no Estadão On Line:
Há uma apreensão muito grande no governo com a possibilidade de o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, denunciar o ministro das Relações Institucionais ao Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta participação no esquema de arrecadação de dinheiro montado em 1998 para a campanha à reeleição do então governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo (PSDB), hoje senador. O esquema, que teve a participação do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza — o mesmo do escândalo do mensalão do PT, estourado em 2005 — ficou conhecido por “mensalão mineiro”.

De acordo com inquérito da Polícia Federal, o esquema teria arrecadado mais de R$ 100 milhões à custa do desvio de dinheiro público e de estatais. Para a PF, foi o embrião do maior escândalo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que acabou por envolver a cúpula do PT. A denúncia do procurador da República contra os envolvidos neste último escândalo possibilitou ao STF abrir processo contra 40 pessoas, entre elas os ex-ministros José Dirceu, Luiz Gushiken e Anderson Adauto.

O temor do Palácio do Planalto com um novo escândalo deve-se ao fato de que a denúncia do procurador da República contra um ministro não só o enfraquece como atinge o próprio governo. Mares Guia tem como uma de suas funções estratégicas o estreitamento de laços entre o governo e o Congresso. É ele que negocia com cada um dos 513 deputados e 81 senadores a liberação das emendas parlamentares e que trata das nomeações de políticos indicados para cargos em estatais, segundo escalão e até ministros.

De acordo com informações de auxiliares de Lula, ao ser convidado ainda no primeiro governo para ser ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia teria contado ao presidente que a PF estava fazendo uma investigação em sua vida. Disse que não tinha nenhum envolvimento com caso algum, porque, ao contrário do que a PF afirmava na sua investigação, não havia sido coordenador da campanha de Eduardo Azeredo em 1998, mas em 1994.

Conforme as informações de Mares Guia a Lula e a outros ministros, o coordenador da campanha de Azeredo em 1998 era Carlos Eloy e o coordenador financeiro Cláudio Mourão. Mares Guia disse a Lula que é amigo de Eduardo Azeredo e que, como correligionário, e acima de tudo amigo, o ajudou no segundo turno das eleições, vencidas pelo então candidato do PMDB, Itamar Franco.

Ainda de acordo com os esclarecimentos de Mares Guia a Lula, ele chegou a fazer empréstimos pessoais para Azeredo, para tapar buracos de campanha. Numa destas vezes, disse o ministro ao presidente, o dinheiro foi depositado numa das contas da SMPB, uma das empresas de Marcos Valério. Essa empresa apareceu durante todo o escândalo do mensalão do PT e Simone Vasconcelos, sua gerente financeira, era quem repassava dinheiro vivo a deputados e assessores que iam buscá-los em quartos de hotel ou na agência do Banco Rural no Brasília Shopping, em Brasília.

Valerioduto mineiro será denunciado em breve

De Alan Gripp em O Globo, hoje:
“A equipe do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, já trabalha na redação final da denúncia que será oferecida nos próximos dias à Justiça contra os envolvidos no chamado valerioduto mineiro — esquema que teria injetado recursos milionários de caixa dois na campanha do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao governo de Minas, em 1998, como mostrou reportagem do GLOBO em 2005.

Já é dado como certo que Antonio Fernando denunciará Azeredo, Marcos Valério (o mesmo do mensalão do PT) e dezenas de beneficiários do dinheiro distribuído por intermédio de agências de Valério. Caso o procurador leve em consideração o conteúdo integral do relatório da Polícia Federal, também poderá fazer parte dessa lista o atual ministro das Relações Institucionais do governo Lula, Walfrido dos Mares Guia.

No documento da PF, Walfrido é acusado de movimentar, através da Samos Participações Ltda, às vésperas das eleições de 2002, somas de dinheiro incompatíveis com a capacidade financeira da empresa, de sua propriedade. Parte desses recursos (R$ 507 mil) foi usada para saldar uma suposta dívida da campanha de Azeredo, herdada de 1998, com Marcos Valério. Por intermédio da Samos, Walfrido contraiu um empréstimo no Banco Rural — acusado de financiar tanto o valerioduto tucano quanto o petista, montado a partir de 2003. A PF pede a quebra de sigilo da empresa para rastrear a origem do dinheiro.”

Manchetes do Dia (18/09)

Jornal de Notícias: Norte perde 36 mil habitantes

O Tempo: Idosa morre de infarto em golpe do falso seqüestro

Hoje em Dia: Conta de luz e comida são 41% do gasto mensal

Estado de Minas: Perigo no trânsito de BH

Mensalão mineiro: Reportagem de capa da Revista IstoÉ

Alan Rodrigues, de Belo Horizonte, e HugoMarques, de Brasília:
QUATRO ANOS DE INVESTIGAÇÕES Os primeiros documentos foram entregues pelo ex-tesoureiro de Azeredo em 2003 (doc. acima). Agora, a PF concluiu as investigações e constatou a existência de “organização criminosa”

Relação dos valores totais por partido 
Nos próximos dias, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, apresentará ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma peça jurídica capaz de provocar um terremoto político tão devastador quanto o do Escândalo do Mensalão. É a denúncia contra os políticos envolvidos no inquérito policial 2245-4/140-STF, que investiga o chamado “tucanoduto” – o caixa 2 da malsucedida campanha do senador Eduardo Azeredo ao governo de Minas Gerais, em 1998. Com mais de cinco mil páginas, o inquérito tem num relatório da Polícia Federal a completa radiografia de como foi montado o esquema e quem se beneficiou com ele.

Obtidos com exclusividade por ISTOÉ, os documentos que integram as 172 páginas dessa conclusão são mostrados pela primeira vez. Eles atingem diretamente o atual ministro das Relações Institucionais, Walfrido dos Mares Guia (à época vice-governador e candidato a deputado federal), e envolvem o governador de Minas, Aécio Neves (que na ocasião tentava sua reeleição à Câmara). Aécio é nomeado numa lista assinada pelo coordenador financeiro da campanha, Cláudio Mourão, como beneficiário de um repasse de R$ 110 mil.

O relatório compromete ainda 159 políticos mineiros que participaram da disputa de 1998, entre eles a então senadora Júnia Marise e 82 deputados, entre federais e estaduais. No total, 17 partidos são citados, incluindo o PT, acusado de ter recebido R$ 880 mil, divididos entre 34 sacadores, sendo cinco deputados federais (confira a lista completa ao final dessa reportagem).

“Organização criminosa” – De acordo com a denúncia, o esquema capturou mais de R$ 100 milhões, com desvio de verbas de estatais e empréstimos bancários. Oficialmente, a campanha de Azeredo custou R$ 8 milhões. A intermediação entre o núcleo da campanha e os políticos favorecidos ficou a cargo da SMP&B, a agência do publicitário Marcos Valério, que, segundo a polícia, lavou parte do dinheiro com notas fiscais frias. Foi um modo de operar que serviu de laboratório de testes para o que, quatro anos depois, viria a ser o Mensalão Federal.

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Walfrido dos Mares Guia
Reservado a promotores próximos do procurador-geral, aos poucos assessores que freqüentam o gabinete do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo, e a um grupo seleto de policiais, o documento é demolidor. “Constatou-se a existência de complexa organização criminosa que atuava a partir de uma divisão muito aprofundada de tarefas, disposta de estruturas herméticas e hierarquizadas, constituída de maneira metódica e duradoura, com o objetivo claro de obter ganhos os mais elevados possíveis, através da prática de ilícitos e do exercício de influência na política e economia local”, diz o relatório da PF. Com diversos laudos periciais, extratos bancários e dezenas de depoimentos, o documento põe fim a uma batalha política entre oposição e governo que se arrasta há dois anos, desde que a CPI que apurou o Mensalão federal se recusou a investigar o caixa 2 da campanha de Eduardo Azeredo em Minas.

Com base nas informações reveladas nesse relatório fica fácil entender por que houve tanta pressão dos tucanos e até a complacência do PT para não se abrir uma CPI exclusiva para esse caso. Na ocasião, o senador Delcídio Amaral (PT-MS), que presidia a chamada CPI dos Correios, classificou de “documento apócrifo” a lista elaborada pelo então coordenador financeiro da campanha de Azeredo, Cláudio Mourão, e que serviu de base para o trabalho da PF. Outra curiosidade: a denúncia da lista tinha sido feita por um companheiro do próprio partido de Delcídio, o então deputado estadual mineiro Rogério Corrêa. Mais curioso ainda: Paulinho Abi-Ackel, o filho do deputado Ibrahim Abi-Ackel, relator da CPI da Compra de Votos (e que também poderia ter investigado o caixa 2 mineiro), recebeu R$ 50 mil do esquema (leia quadro à pág. 32). Ele disse à polícia que prestou serviços de advocacia à campanha.
 
Nos recibos recuperados pela PF a partir da chamada “Lista de Mourão”, fica provado que o dinheiro “não contabilizado” dos tucanos irrigou não só a campanha de reeleição de Azeredo, mas de boa parte da elite da política mineira. O valor total rateado entre ela teria alcançado R$ 10,8 milhões.

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“Em dinheiro vivo” – Com exceção dos 82 deputados federais ou estaduais que receberam, em nome próprio ou de assessores, depósitos feitos diretamente pelas empresas de Marcos Valério, não é possível por enquanto assegurar que os repasses ao restante dos 159 políticos, incluindo o então candidato a deputado federal Aécio Neves, tiveram origem no caixa 2 operado pelo publicitário e pelo núcleo central da campanha de Eduardo Azeredo. “Muitos dos saques foram em dinheiro vivo, o que dificulta o rastreamento”, garante um dos policiais que participaram dos trabalhos. Segundo a investigação da Divisão de Repressão a Crimes Financeiros, a maior parte da derrama aconteceu para a compra de apoio político no segundo turno da eleição de 1998, no qual Azeredo acabou derrotado pelo ex-presidente Itamar Franco. Leia mais aqui.

Quer ler o relatório da Polícia Federal (170 páginas – PDF) que foi entregue ao Ministro Joaquim Barbosa do STF, clique aqui para baixar (12,9 Mb)

PS: Caso baixe o relatório da PF veja a lista dos partidos e políticos nas páginas 14 e 15 ou clique abaixo e veja a relação (pág. 14 / pág. 15) e o auto de apreensão

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Capa da Isto É

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Manchetes do Dia (17/09)

O Tempo: Cruzeiro vence clássico de muitos e gols e confusão

Hoje em Dia: Terror e mortes no ônibus

Estado de Minas: Presa maior quadrilha de assalto a bancos

Sucessão em Montes Claros

Enquanto se aproxima o período eleitoral e o prazo limite para filiação ou troca de partidos, a cidade vai se aprofundando em boatos.

A briga promete ser das mais acirradas dos últimos tempos, com vários candidatos à sucessão o prefeito Athos, que também é candidato, com chances de vitória. Nunca na cidade uma eleição aglutinou tantos candidatos tão fortes. Athos, Tadeu, Gil Pereira, Ruy Muniz e Jairo Ataíde são os prováveis candidatos.

As brigas de bastidores e as articulações já estão à todo vapor. Com isso, só quem está lucrando até agora são as lideranças comunitárias e os presidentes de associações, que estão “comendo em todos os pratos” e conversando com todos os candidatos.

Para ajudá-los deixo aqui as considerações de Sun Tzu que podem perfeitamente ser adequadas para a disputa eleitoral.

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  • A invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Quem se defende mostra que sua força é inadequada; quem ataca, mostra que ela é abundante.”
  • “Existem cinco fatores que permitem que se preveja qual dos oponentes sairá vencedor:
  1. aquele que sabe quando deve ou não lutar;
  2. aquele que sabe como adotar a arte militar apropriada de acordo com a
  3. superioridade ou inferioridade de suas forças frente ao inimigo;
    aquele que sabe como manter seus superiores e subordinados unidos de acordo com suas propostas;
  4. aquele que está bem preparado e enfrenta um inimigo desprevenido;
  5. aquele que é um general sábio e capaz, em cujas decisões o soberano não interfere. 
  • “Aquele que conhece o inimigo e a si mesmo lutará cem batalhas sem perigo de derrota;para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais;aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as batalhas”

STF suspende restrições à atuação do MP em Minas

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, por meio de liminar, a eficácia de uma lei de Minas Gerais que estendia o foro privilegiado para aproximadamente dois mil funcionários públicos estaduais e municipais e restringia a ação do Ministério Público Estadual. A lei, aprovada pela Assembléia de Minas em julho, garantia foro privilegiado para o vice-governador, o advogado-geral do Estado, o defensor público geral, os secretários de Estado, membros do Legislativo, do Judiciário, do Ministério Público e do Tribunal de Contas Estadual.

O governador Aécio Neves (PSDB) vetou a lei, mas a Assembléia derrubou o veto. Restou ao procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, recorrer ao STF contra a legislação. O projeto original, enviado à Assembléia Legislativa de Minas, promovia mudanças no funcionamento do Ministério Público Estadual. Os deputados apresentaram 70 emendas ao projeto, uma delas a que ampliava o foro privilegiado.

O ministro do STF Marco Aurélio Mello disse, em seu voto, que os deputados se utilizaram do projeto, que não tratava de foro privilegiado, para se beneficiarem. “Não houve simples emendas à proposição apresentada, mas verdadeira substituição à disciplina visada, deturpando-a na substância”, afirmou. O STF ainda precisa julgar o mérito da ação. A sessão ainda não está agendada. 
 
Fonte: Agência Estado

Manchetes do Dia (14/09)

Jornal de Notícias: Melhor média contra a dengue

O Tempo: Oposição ameaça: se Renan não sair, o Senado vai parar

Hoje em Dia: Colheita de cana mantém mais de mil na escravidão

Estado de Minas: Oposição decide parar Senado

Manchetes do Dia (12/09)

Jornal de Notícias: Santa Casa para o futuro

O Tempo: Futuro de Renan pode ser decidido pelos “traidores”

Hoje em Dia: BH tem 678 prédios sob risco

Estado de Minas: A última cartada de Renan