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STF começa a julgar mensalão no dia 22 de agosto

A presidente do STF, ministra Ellen Gracie, marcou para o dia 22 de agosto o início da sessão que analisará a denúncia do Ministério Público contra a “organização criminosa” do mensalão. O Supremo terá de decidir se abre ou não processo contra as 40 pessoas denunciadas pelo procurador-geral Antonio Fernando de Souza.

Será a sessão mais longa já realizada no STF. Vai durar pelo menos três dias. Ellen Gracie reservou para o colega Joaquim Barbosa, relator do caso, três dias: de 22 a 24 de agosto. Cada sessão pode durar por até cinco horas. Se não for o bastante, outros dias serão reservados. O tribunal deseja resolver a questão antes do término do próximo mês.

Prevê-se que a  sessão será demorada porque, além da complexidade do processo, os advogados  dos 40 denunciados têm direito de fazer a defesa oral de seus clientes. Cada um vai dispor de 15 minutos.

A denúncia do procurador-geral Antonio Fernando de Souza foi protocolada no Supremo em março de 2006. Representa, na prática, um pedido do Ministério Público para que o STF abra um processo contra a “quadrilha” do mensalão. O que os ministro do Supremo vai dizer é se o caso deve ir ao arquivo ou se justifica mesmo a abertura de um processo judicial.

Se a denúncia for transformada em processo, como deseja o Ministério Público, os 40 envolvidos passam da condição de denunciados à de réus. Inicia-se, então, um processo que lento e demorado. Tão demorado que não se exclui a hipótese de que acabe em prescrição.

Seja como for, o “mensalão petista” pelo menos já se encontra no Supremo. Coisa bem diferente vem ocorrendo com o “mensalão mineiro”, aquele caso surgido nas pegadas do escândalo principal, em 2005. Deve-se à repórter Andréa Michael (assinantes da Folha) o último texto com novidades sobre os fantasmas que assombram o senador tucano Eduardo Azeredo (MG), ex-presidente do PSDB.

“A Polícia Federal informou ao procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, que recursos de origem pública e privada, não declarados à Justiça Eleitoral, foram usados na campanha do hoje senador Eduardo Azeredo em 1998, quando ele tentou se reeleger governador de Minas Gerais”, anota a reportagem de Michael.

“A irregularidade”, prossegue o texto, “aparece em relatório do inquérito no qual a PF investigou o chamado “mensalão mineiro”, encaminhado ao procurador-geral no dia 6 de julho. Os recursos não declarados, segundo a PF, foram movimentados por uma engenharia financeira que teria sido montada por Marcos Valério Fernandes de Souza. Também haveria participação do então tesoureiro da campanha tucana, Cláudio Mourão”.

Para os investigadores, há nos autos provas que justificam a denúncia ao STF. Aguarda-se pela decisão do procurador-geral Antonio Fernando de Souza. Até lá, Azeredo guarda obsequioso silêncio: “Aguardarei a manifestação do procurador-geral e me defenderei na Justiça, no momento oportuno.”
 
Li no blog do Josias

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MST tenta invadir fábrica que foi do irmão de Renan

fabricamurici.jpgDa Folha de S.Paulo:
“Um dia após sem-terra invadirem uma fazenda do deputado federal Olavo Calheiros (PMDB) em Murici (AL), um protesto contra a grilagem de terras reuniu 2.500 pessoas na cidade, terra natal do clã Calheiros. Os manifestantes acusavam o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e seu irmão Olavo de apropriação irregular de terras públicas. Os manifestantes tentaram invadir a fábrica de refrigerantes que pertencia a Olavo e foi comprada pela Schincariol. Forçaram o portão, mas foram dissuadidos por policiais militares. Eles também tentaram entrar na prefeitura, administrada por Renan Calheiros Filho (PMDB), filho do senador.

Agricultores com bandeiras dos movimentos sociais chegaram a subir na varanda do prédio, mas não entraram. A reportagem não conseguiu confirmar se o prefeito estava no local. Os manifestantes também protestaram em frente ao cartório e ao fórum de Murici. Muitas lojas fecharam.”

Veja 6 – Mônica Veloso, a “gestante”, conta tudo

 Há duas semanas, VEJA revelou que o senador Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas, teve algumas de suas despesas pessoais pagas por Cláudio Gontijo, lobista da construtora Mendes Júnior. O senador recorreu aos préstimos financeiros do lobista para pagar a pensão e o aluguel da jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha de 3 anos. Desde então, todos os personagens do caso já se manifestaram publicamente. O senador admitiu que pediu ao lobista que atuasse como intermediário entre ele e a jornalista, mas garantiu que o dinheiro era seu. O lobista, em depoimento no Senado, confirmou a versão do senador. Até a esposa de Calheiros, Verônica, falou sobre o caso, embora tenha discorrido sobre o romance extraconjugal do senador, assunto que só interessa a ela e ao seu marido, e não tenha dito mais do que uma palavra sobre a origem do dinheiro que bancava a pensão e o aluguel, assunto, esse sim, que interessa ao país.

A única personagem que ainda não havia contado sua versão resolveu falar. A jornalista Mônica Veloso, 38 anos, em entrevista exclusiva a VEJA, conta que:

• o dinheiro que recebia era sempre pago pelo lobista da Mendes Júnior;
• os pagamentos eram sempre em dinheiro vivo;
• como regra, os pagamentos eram feitos no escritório da Mendes Júnior em Brasília. Poucas vezes aconteceram fora dali;
• Renan Calheiros nunca falava de dinheiro e nunca lhe dissera que o dinheiro era dele;
• sempre que tinha de tratar de dinheiro, o interlocutor era o lobista Cláudio Gontijo, nunca o senador.
(…)

VEJA – Onde a senhora pegava o dinheiro?
MÕNICA – Na maioria das vezes, era no escritório da Mendes Júnior. Mas houve várias formas. Nos últimos meses da gravidez (a criança nasceu em julho de 2004) e no período do resguardo, o Cláudio me entregava os envelopes com dinheiro na minha casa, na minha produtora… Mas, depois disso, eu ia buscar o dinheiro na Mendes Júnior e o depositava na minha conta. Não tenho o costume de guardar dinheiro debaixo do colchão.

VEJA – A senhora pegava o dinheiro na portaria do edifício da Mendes Júnior ou entrava no escritório?
MÔNICA – Eu chegava ao prédio e me identificava na portaria. Eles anotam nome, identidade, hora e a sala aonde você vai. Se eles guardaram esses registros, é só conferir que minhas entradas estarão todas lá. Eu pegava o elevador até o 11º andar. Lá, me anunciava no interfone e a secretária abria a porta do escritório.

(…)
A entrevista de Mônica, associada ao depoimento do lobista e aos extratos do senador, derruba algumas versões e mantém a dúvida central: quem pagava as despesas do senador? Na semana passada, o conselho de ética do Senado abriu processo para investigar as ligações do senador com o lobista. O senador não gostou. Preferia que o caso fosse encerrado logo. Mas é engano imaginar que a abertura de processo significa que o Senado está empenhado numa investigação séria. A maioria dos senadores está decidida a acabar com o assunto de uma vez, mas precisa produzir ao menos um simulacro de legalidade. É assim que funcionam os clubinhos fechados. O relator do caso será o senador Epitácio Cafeteira, 82 anos, do PTB do Maranhão, aliado de Renan Calheiros e José Sarney. Quando o jornal O Globo perguntou a Cafeteira se ele pretende convocar a jornalista para depor, o senador deixou evidente sua disposição de abafar o caso: “Chamar a moça para quê? Para fofocar?”. Não, Cafeteira, chame a moça para ajudá-los a fazer contas. Assinante lê mais aqui

Foto: Anderson Schneider

Ao menos por caridade, use o Messenger da Microsoft

wlm120×240.gifA Microsoft teve uma boa idéia. Agora, cada usuário do MSN Messenger pode fazer uma ‘boa ação’ com uma simples conversa com um amigo. A campanha, que se chama I’m Making a Difference, foi divulgada recentemente e contará com os usuários do Windows Live Messenger 8.1 [mais conhecido como o ‘novo MSN’] para apoiar nove causas sociais de organizações americanas.

O processo é fácil. Cada instituição possui um código que, ao ser adicionado ao nickname do usuário junto a um asterisco, gera um ‘emoticon secreto’ . Assim, o sistema computará a sua doação e você ainda ajudará a divulgar a campanha, levando seus amigos a também ‘fazer a diferença’.

Trocando em miudos, a cada conversa iniciada, a Microsoft fará uma doação à organização escolhida pelo usuário por meio do seu programa de publicidade.

De acordo com o site oficial da campanha, infelizmente a campanha ainda é valida somente no território estadunidense. De qualquer forma, na hora em que você clicar em ‘Join’, o site perguntará qual o seu País. A gente aqui acredita que, com isso, eles vão guiar a abertura de novas frentes pelo mundo, em diferentes países.

Confira a lista das instiuições que podem ser ajudadas:

American Red Cross = *red+u
Sierra Club = *sierra
Boys and Girls Clubs of America = *bgca
ninemillion.org = *9mil
Susan G. Komen for the Cure = *komen
National Multiple Sclerosis Society = *mssoc
UNICEF = *unicef
National AIDS Fund = *naf
StopGlobalWarming.org = *help

Retirado do site da Revista Paradoxo