Archive for the ‘Jornais’ Category

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Globo: Gastos com manutenção de rodovias despencam

Folha: Israel bombardeia escolas da ONU

Estadão: Israel ataca abrigos da ONU e mata ao menos 30 palestinos

JB: Caça-níqueis ainda livres

Correio: Que guerra é essa?

Estado de Minas: UFMG terá que explicar gastos de R$ 190 milhões

Hoje em Dia: Indústria em queda arrasta o emprego

Manchetes do Dia

O Globo: Ação contra a desordem no Rio começa com demolições

Folha de S. Paulo: Israel amplia a ofensiva e descarta cessar-fogo

O Estado de S. Paulo: Cresce pressão por trégua, mas Israel amplia invasão

Jornal do Brasil: Choque de ordem derruba 34 imóveis

Correio Braziliense: O vilão dos preços

Estado de Minas: Baixa renda terá ajuda para comprar casa

Hoje em Dia: Sobe para 124 o número de mortes nas estradas

Manchetes do Dia

O Globo: Crise eleva juros para consumidores no Natal

Folha: BC prevê freada no crédito em 2009

Estadão: Queda da receita provoca déficit nas contas do governo

JB: Muros cercarão favelas

Correio: Mesmo com juros altos, brasiliense vai às compras

Estado de Minas: Bancos usam crise para subir os juros

Hoje em Dia: Clima de festa lota estradas, rodoviárias e aeroportos

Manchetes do Dia

Globo: Emprego formal cai pela primeira vez na era Lula

Folha: Emprego em novembro tem pior taxa em 10 anos

Estadão: Emprego com carteira cai pela primeira vez em 6 anos

JB: Viagens de fim de ano em risco

Correio: Plano regulariza 389 igrejas no DF

Estado de Minas: Ônibus aumenta acima da inflação

Hoje em Dia: Ano novo, juro menor

Quase 70% dos cursos com as piores notas no Enade oferecem bolsas do ProUni

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Por Amanda Cieglinski

De um total de 96 cursos superiores de instituições particulares que obtiveram nota um – a mais baixa possível – no último Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), 67% deles estão credenciados pelo Ministério da Educação para oferecer bolsas de estudo a alunos de baixa renda no Programa Universidade para Todos (ProUni). É o que aponta levantamento feito pela Agência Brasil. Da lista dos 127 cursos com nota 1 foram excluídas 31 universidades públicas que, por sua natureza, não fazem parte do programa.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), o problema acontece porque, de acordo com a lei do ProUni, a instituição só pode ser descredenciada após dois resultados ruins no Enade. Mas como cada área é avaliada de três em três anos, há a possibilidade de os cursos mal avaliados receberam alunos pelo ProUni durante esse período.

“Como o ciclo [avaliativo] foi iniciado com uma portaria em fevereiro de 2007, ele precisa se completar. Essa exigência de qualidade na educação superior ainda está passando por uma transição, mas com um ou dois anos estará sendo aplicada de maneira irreversível. Por enquanto, nós trabalhamos nos limites do marco estabelecido pelo Poder Legislativo”, afirma a secretária de Ensino Superior do ministério, Maria Paula Dallari Bucci.

Para o professor da Universidade de São Paulo (USP) Romualdo Oliveira, especialista em ensino superior, a lei que regula o programa é falha por não apresentar nenhuma exigência de desempenho mínimo dos cursos credenciados. Em troca da oferta de bolsas integrais e parciais, as instituições privadas de ensino recebem incentivos fiscais por parte do governo. Romualdo defende que o acesso a cursos de má qualidade, por meio do ProUni, pode prejudicar o futuro dos bolsistas.

“É uma contradição porque o governo está financiando cursos de baixa qualidade, o que provavelmente vai resultar em uma exclusão do aluno no futuro em termos de mercado. Você protela o desemprego”, avalia.

A secretária Maria Paula ressalta que as bolsas adicionais que não recebem contrapartida do governo, previstas em portaria do MEC, não podem ser oferecidas por cursos de nota 1 e 2. “A leitura que deve ser feita não é a de que vamos esperar dois ciclos avaliativos de braços cruzados. Ao longo desse tempo, todas as medidas previstas na lei já estão sendo implementadas. Os cursos estão sendo chamados para assumir termos de saneamento e, em alguns casos, com corte de vagas. A exigência de qualidade virá por todos os instrumentos e todas as oportunidades que a lei faculta”, justifica Maria Paula.

Na opinião do professor Oliveira, sem uma cláusula de barreira para garantir a qualidade do ensino oferecido aos alunos, o programa “vende gato por lebre”. “Eu tenho uma crítica ao próprio programa, não acho que seja uma alternativa de viabilização de acesso ao ensino superior justamente porque subsidia cursos de má qualidade. Seria mais eficiente usar esses recursos para a expansão do ensino superior público, porque nesse há garantia de uma boa educação”, defende.

A secretária recomenda aos candidatos de bolsas no ProUni que procurem saber mais sobre a qualidade do curso antes de se inscrever. “Já que a questão econômica está equacionada, o bolsista, ao fazer a sua escolha, não precisa escolher o curso olhando se ele poderá ou não pagar a mensalidade. Ele deve observar se o curso atende à demanda dele e se é qualificado, se informar para saber se aquele é um bom curso, porque é a formação dele que está em jogo”, indica.

Desde a criação do ProUni, em 2005, já foram distribuídas mais de 430 mil bolsas. Para concorrer, o aluno precisa ter cursado todo o ensino médio em escola pública. As bolsas parciais, que custeiam 50% do valor da mensalidade, podem ser pleitadas por estudantes cuja renda per capita familiar é de até três salários mínimos. Já as bolsas integrais são restritas a alunos com renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa.
Na última edição do programa, cujas inscrições encerraram-se na segunda-feira (15) da semana passada, foram oferecidas 56 mil bolsas. A uma semana do término das inscrições, os candidatos passavam de 320 mil.

Fonte: Agência Brasil

Manchetes do Dia

Globo: Polícia ataca finanças do tráfico na Cidade de Deus

Folha: Obama amplia pacote para salvar emprego

Estadão: Crise vai brecar crescimento da classe média

JB: Rio recebe hoje Lula e Sarkozy

Correio: Caixa reduz juros de 21 tipos de empréstimos

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Globo: Petróleo tem maior corte de produção da História

Folha: Governo libera até R$ 95 bi para crédito

Estadão: Bancos terão R$ 95 bi a mais para emprestar

JB: Rio acelera desmatamento

Correio: Aumento de servidor fica para depois…

Estado de Minas: Minas debaixo d’água

Hoje em Dia: Chuva isola, mata de novo e desabriga

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Globo: Carga tributária bate recorde apesar de alívio de impostos

Estadão: Empresas renegociam direitos trabalhistas

Correio: Lei seca no Natal terá PM à paisana

Estado de Minas: Já faltam carros nas revendedoras

Hoje em Dia: Chuva para BH e vem mais por aí

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Folha: Decreto não barra venda de tele par estrangeiro

Globo: Alta do dólar elevará preço de energia e remédios

Estadão: São Paulo deve rever leilão de rodovias

JB: Shoppings ignoram crise

Cabo absolvido da morte de João Roberto pertenceria à milícia Liga da Justiça

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Marcelo Gomes e Marco Antônio Martins – Extra
 
RIO – O cabo PM William de Paula, absolvido pela Justiça na última quarta-feira pelo assassinato do menino João Roberto Amorim Soares, de 3 anos, foi indiciado no relatório final da CPI das Milícias da Assembléia Legislativa (Alerj). Além de William, outras 225 pessoas foram incluídas no relatório.

William foi citado por testemunhas ouvidas pela CPI. De acordo com os depoimentos, o cabo pertenceria à milícia “Liga da Justiça”, que atua na Zona Oeste do Rio, principalmente em Campo Grande. Segundo testemunhas, o policial não teria papel de destaque no organograma do grupo.

– Há provas contra todos os 226 indiciados no relatório da CPI, inclusive contra o William. Nem ele, nem todos os outros policiais citados podem continuar trabalhando a serviço do Estado – disse o deputado Marcelo Freixo (PSOL), que presidiu a CPI.

O relatório, que seria votado na Alerj na última quarta-feira, voltará a ser apreciado pelo plenário da Casa nesta terça, às 16h30m. A votação foi adiada porque, na última hora, o deputado Jorge Theodoro, o Dica (PMDB), apresentou uma emenda para retirar da lista dos indiciados o vereador de Caxias Sebastião Ferreira da Silva, o Chiquinho Grandão (PV).

O relatório é resultado de cinco meses de trabalho da CPI. As provas obtidas contra os indiciados serão encaminhadas ao Ministério Público, à Polícia Federal e à Justiça Eleitoral, com o pedido de prisão de mais de cem dos suspeitos investigados por formação de quadrilha, extorsão e homicídio.

Grupo é acusado de diversos crimes
A milícia “Liga da Justiça”, que atuaria há pelo menos oito anos na Zona Oeste do Rio, sobretudo em Campo Grande, começou a ser desbaratada em dezembro do ano passado, com a prisão do vereador Jerominho (PMDB). Ele e o irmão, o ex-deputado estadual Natalino (sem partido), que foi preso este ano, são acusados de chefiar o grupo paramilitar, que contaria com a participação de mais de 40 pessoas – a maioria policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários.

A milícia é acusada de diversos crimes, como homicídios; tráfico de drogas e de armas; tortura; ameaças de morte; exploração de máquinas caça-níqueis e de serviços delegados, como televisão a cabo e transporte alternativo.

Fonte: Jornal Extra

Manchetes do Dia

Globo: ‘Royalties’: Rio perderá R$ 1,2 bilhão em 2009

Folha: Governo prepara pacote habitacional

Estadão: Dobra número de empresas com excesso de estoques

JB: O Natal de quem precisa de você

Estado de Minas: Reviravolta no Ensino Médio

Hoje em Dia: Hora boa de comprar casa