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Brasileiro que mora em Israel faz desabafo via e-mail

Email recebido e postado sem correções. Sou da opinião de que quando se parte para a violência ambos os lados perdem a razão.

Estou morando em Israel e gostaria de tecer alguns comentários verdadeiros sobre o recente conflito.

Tenho lido O Globo diariamente e fico estupefato com as noticias que chegam até voces e principalmente com os comentarios deixados pelos leitores.

Gostariam que voces somassem a estas opiniões o que vou lhes relatar. E como consequencia, que voces tenham uma opinião mais imparcial.

Em primeiro lugar estou bem. A vida é normal. Universidade, trabalho e diversão.

Israel desocupou a faixa de gaza em 2000 (importante ressaltar que esta ocupação não foi a causa de tantos anos de conflito, foram consequencia direta deles). Israel saiu desta região e deu autonomia para o governo palestino. Desde o 2o dia em que Israel não estava lá, misseis eram lançados TODOS OS DIAS em direção a Israel. Este ano cairam em territorio israelense 6.000 misseis kassam nas cidades que fazem fronteira com a faixa de gaza. 6.000 MISSEIS.

Há algum tempo Israel ja vinha tentando o diálogo com o governo eleito Hamas, para que parassem os ataques.

O Hamas, diga-se de passagem, não possui o menor interesse de diálogo, e sequestra a causa palestina (Causa esta, justa. Todo povo, merece um lugar para desenvolver sua cultura, lingua, tradiçao. Assim como o povo judeu possui Israel, o povo palestino MERECE o pedaço de terra deles). O HAMAS está mais interessado na destruição de Israel do que na criação do estado palestino.

É muito difícil apertar a mão de quem não estende o braço.

Há alguns meses, vivíamos uma falsa calmaria com uns dois ou tres misseis caindo TODOS os dias. Estávamos com um cessar fogo declarado.

Ha alguns dias o prazo deste cessar fogo acabou. Ao invés de prolongar o cessar fogo, o HAMAS mandou 50 MISSEIS em um dia para dentro do território israelense. Matou um civil. Destruiu algumas dezenas de casa.

O que o governo israelense poderia fazer? Era hora de um basta e por isso estamos vendo as cenas lamentáveis de destruição em Gaza. Os terroristas se escondem em meio a população civil. Ontem Israel destruiu uma plataforma de lançamento de misseis que ficava em UMA ESCOLA PRIMÁRIA.

Não acredito que esta ação por parte do exército de Israel vai resolver o conflito. Mas era hora de destruir as instalaçoes terroristas.  Imaginem voces se o Uruguai mandasse um missel para dentro do Brasil. Ou o México nos Eua. O que estes países iriam fazer?

Leio nos jornais que a reação de Israel foi desproporcional. Parto do principio então, que as pessoas entendem e respeitam que Israel tinha que ter uma reação! Se foi desproporcional ou não é outra discussão. Mas reação tem que existir.

Leio assustado os comentarios dos leitores. Ser contra Israel estar estabelecido na região é uma opinião. Ser contra a reação israelense em Gaza é uma opinião. 

Pedir a morte dos judeus e a volta de Hitler não é uma opinião. É uma declaração deplorável, mas que nestes dias começam a pipocar nos jornais. FIQUEM ATENTOS. ISTO É ANTI-SEMITISMO.

Li acusaçoes de que os judeus são culpados dos problemas do mundo: da fome, miséria, somos “donos” do banco mundial, somos “donos” de Hollywood, “roubamos” a terra dos palestinos….

Cada vez que Gaza explode na imprensa internacional – e só explode quando, finalmente, há uma reação israelense -, por trás da notícia, subsistem centenas de ataques prévios palestinos, cuja bondade jornalística não mobiliza nenhum interesse. Isso significa que toda reação israelense é justificada? De forma alguma, e vou aos fatos.

Creio que Ehud Olmert, em sua necessidade de demonstrar que é um líder forte – depois da acumulação dos erros da guerra do Líbano -, tomou decisões que, se bem têm uma lógica militar, não têm uma lógica democrática. Não se pode justificar, de nenhuma maneira, o isolamento total de uma população civil. Inclusive, ainda sabendo da implicação dessa população na fustigação permanente contra Israel.

Entretanto, tal defesa, não significa que se esqueça a crítica situação em que vive Israel, em guerra declarada ou latente desde há décadas, rodeado de milhões de inimigos que querem fazê-lo desaparecer, demonizado por quase todos, vigiado até o delírio pela imprensa internacional, e é o país único de todo o mundo que não pode perder a guerra nem um só dia.

Não tenho dúvida alguma que, apesar de sua notável inteligência militar e de seu armamento, Israel é o país mais frágil da região. À diferença de seus inimigos, que podem permitir-se a ditaduras temíveis, apoio logístico a todo tipo de grupos terroristas e até ameaças de destruição, Israel mantém uma sólida democracia, aporta avanços científicos à humanidade e, além disso, é obrigado a dedicar o volume mais substancial de seu PIB à urgente necessidade de defesa. É o único país do mundo que vive numa situação de tormenta extrema desde que existe e, no entanto, é o único que tem que pedir perdão para sobreviver.

O que ocorre, pois, em Gaza, é o enésimo capítulo do capítulo de sempre, cujo percurso previsível não implica, infelizmente, que não se repita. O Hamas mantém a violência cotidiana, mantém a ameaça global, e mantém o adestramento no ódio antiisraelense. É claro, mantém também o elogio público ao martírio. Toda esta bomba-relógio, que explode periodicamente, como explodiu a bomba do Hezbolá, e acabou na guerra do Líbano, não merece nem a reprovação da Liga Árabe, que só se reúne para demonizar Israel, nem a crítica da ONU, nem o repúdio internacional.

Pelo contrário, todos os movimentos de defesa israelenses são demonizados na hora, e aí temos a corte dos intelectuais pró, erguendo sua indignação ao sol. Parece-me bem a crítica democrática a Israel. Mas, para ser crível, seria bom escutar alguma solidariedade com as vítimas israelenses, alguma denúncia ao terrorismo islâmico palestino, algo de indignação pelo uso corrupto das ajudas internacionais, e algo de preocupação pelo papel bélico dos países da região.

E, entretanto, há o silêncio. O que leva a uma conclusão inevitável: que, com respeito a Israel, a fronteira entre a crítica democrática e a criminalização maniqueísta, é tão tênue que se viola na maioria dos comentários. Sobre Israel não se faz análise política. Perpetuam-se as velhas artes da difamação e da propaganda.

Parece-me lógico e exigível que o mundo exclame quando morrem inocentes em Gaza.

Mas já não me parece tão lógico que não se intente saber o que aconteceu, o teor da convulsão e complexidade que apresenta o conflito. Não existem terroristas que manipulam todo o tipo de explosivos? Não existe o uso de uma violência generalizada que não tem problemas em utilizar adolescentes para perpetrar matanças? Não caem diariamente dezenas de mísseis nas proximidades de Ashkelon (Israel)?

De maneira que antes de transformar o exército israelense numa espécie de esquadrão assassino, sem escrúpulos nem moral, seria necessário tentar conhecer os fatos. Mas não é o caso. De fato, nunca é o caso quando se trata de Israel. Com um automatismo que não se gera em nenhum ou fato lamentável, a imprensa dá por fato que é normal Israel ir fazendo matanças indiscriminadas de civis palestinos.

As manchetes eram explícitas: “outra matança de civis nas mãos do exército”, “o exército volta a matar civis”, “como é habitual, Israel.” E assim, o habitual é dar uma imagem distorcida, perversa e criminosa do exército democrático de um estado democrático, sem nenhuma vontade de conduzir-se pelos códigos deontológicos da profissão.

É provável que a imprensa acredite que esteja a favor das vítimas, e sacrifique o bem superior da solidariedade ao bem público da informação. Certo? Então, por que não fala nunca dos palestinos, vítimas da loucura fundamentalista? Por que não fala das mães que são proibidas de chorar a morte de seus filhos suicidas? Por que não consideram vítimas os palestinos que apóiam o Islã totalitário? 

E, num contexto mais geral, por que não falam das muçulmanas que lutam por sua liberdade, das que querem escolher os seus maridos, as que querem emancipar-se profissionalmente, as que querem ser tratadas como seres humanos dignos? Por que, esta imprensa que acredita que está ao lado das vítimas, não se interessa pelos massacres islâmicos no Sudão, com seus milhares de assassinatos? Por que não nos explica a aterradora asfixia que sofrem os cidadãos do Iêmen? Por que não consideram vítimas os pobres iraquianos massacrados pelos terroristas fundamentalistas? De fato, por que falam de insurgência e não de terrorismo?…Não. Não é correto. Porque a motivação não é a solidariedade, mas um estágio ideológico superior – ainda que moralmente inferior -: o que realmente interessa é poder usar as vítimas para estruturar, com convicção, o antiocidentalismo que é latente. Relativismo moral camuflado sob a crosta do esquerdismo.

Obrigado pela atenção.

Marcelão Treistman
Israel

Ricardinho: Ferido e humilhado

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No dia do lançamento de seu livro “Levantando a vida”, o levantador Ricardinho fez revelações inéditas sobre o seu misterioso e polêmico corte dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro. Nesta terça-feira, o jogador não conteve as lágrimas ao falar de sua ausência da seleção brasileira masculina de vôlei no Rio-2007 e garantiu que a “Família Bernardinho” não existe mais aos seus olhos.

Ricardinho não esteve na lista de convocados do treinador para o Pan, apesar de ter sido eleito o melhor jogador da Liga Mundial, realizada uma semana antes. Na época, falou-se apenas em um desgaste do relacionamento no grupo, mas nesta quarta o atleta minimizou os comentários do técnico e negou os boatos de que o corte havia sido em função de desavenças quanto a premiações.

“A discussão do prêmio foi muito comentada, mas é um absurdo dizer que eu não quis dividir o prêmio de melhor jogador da Liga Mundial com o grupo”, iniciou o jogador. “O dinheiro é dado pela FIVB (Federação Internacional de Vôlei) e repassado à CVB (Confederação Brasileira da modalidade) que divide a quantia com todos. Mas não discuto premiação desde 2005. Quem trata desse assunto são Giba, Rodrigão, Gustavo e André Heller”, complementou, antes de lembrar algo que aconteceu antes do Rio-2007.

“O que havia sido decidido era que o prêmio do Pan não seria dividido com a comissão técnica, mas apenas entre os jogadores. Fizemos uma votação para decidir com seria feito isso e a maioria optou com a repartição apenas entre os atletas”, prosseguiu.

Ricardinho chegou a chorar enquanto falava do sentimento de ter perdido a chance de disputar uma medalha pan-americana, inédita para a geração, em solo pátrio. “No final do meu livro eu apareceria com o ouro no peito, mas a medalha foi arrancada. Não é só raiva e ódio o que eu sinto, mas sim dor. Perder uma medalha no país é algo que não dá para explicar”, lamentou.

O levantador apresentou detalhes do momento em que foi noticiado do corte. “Eu me encontrei com o grupo às 17h40 daquele sábado (21 de julho) e ele (Bernardinho) falou durante dez minutos. Disse que havia um desgaste muito grande em relação às minhas cobranças, desde divisão de prêmios como folgas. Ele expôs de forma agressiva, falando que não suportava mais essa situação. Tudo foi colocado de um jeito que não deveria acontecer em uma família”.

O jogador também garantiu que não possui mais a visão de que a seleção brasileira seja mais uma família. “Parte do grupo que está lá pensa assim, mas para mim foi apenas uma fantasia. Não acredito mais”, disse, usando como argumento o próprio pacto que havia feito com Giba, antes da final dos Jogos Olímpicos de 2004. “Combinamos que nós dois deveríamos participar de todas as competições até Pequim-2008. Mas esse combinado foi quebrado quando os jogadores me deixaram sair daquela sala (onde conversou com Bernardinho)”, emendou.

Por fim, Ricardinho acenou para um possível retorno, que pode acontecer apenas se Bernardinho se retratar sobre o caso. “A cicatriz está aberta e, no momento, não tem volta. Se ele (o treinador) se explicar, posso voltar. Faço parte do Brasil, mas não basta dizer que as portas estão abertas. A pessoa que foi responsável pela dispensa que deve se justificar até para que possa haver o retorno”, concluiu.

Sucessor 

Ricardinho reconheceu que o levantador Bruno Rezende, filho de Bernardinho e convocado em seu lugar para o Pan, é o mais cotado para ficar com a posição na seleção. No entanto, o camisa 17 deu uma leve alfinetada no colega de profissão.

“O Bruno será o meu sucessor e também do Marcelinho, mas é um garoto novo que ainda tem que aprender. É um jogador que treina muito e que se esforça, mas que não tem um talento nato. Só o tempo vai mostrar”, encerrou.

Aeroporto de Gibraltar

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 Para aqueles que estão reclamando da proximidade de aeroportos com residências vejam as fotos do Aeroporto de Gibraltar. Óbvio que o perigo é enorme, mas com as devidas normas de segurança respeitadas há como conviver bem com o aeroporto como vizinho. Reparem que o sinal vermelho fecha e interrompe o tráfego de veículos.

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Veja 1: Escancarada – assim é sua casa

Reportagem de Sandra Brasil:
Para muitos pais e mães que passaram a infância na pré-história eletrônica, ver o filho de 6 anos manusear mouse e teclado com a desenvoltura de quem nasceu para isso – e nasceu mesmo – é de encher o coração de orgulho. Um pequeno empurrão, que nem precisa vir de casa (um colega esperto ou um primo um pouco mais velho fazem o mesmo efeito), e em dois tempos o pequeno gênio domina o vocabulário da rede, baixa música e vídeo, descobre sites, joga on-line, troca mensagens com os amigos. É bom que assim seja? É espetacular. O acesso ao conhecimento e ao infinito mundo de conexões propiciado pela internet é talvez o mais transformador fenômeno do mundo contemporâneo. Nunca é demais exaltar as maravilhas que essa janela virtual para o mundo propicia. Nesta reportagem, porém, vamos falar do lado escuro da força da rede, realidade que nenhum adulto responsável por uma criança conectada pode se permitir ignorar. A internet é um espaço aberto e ingovernável, no qual circula todo tipo de boas e más intenções. Nele, qualquer ser humano que saiba ler está sujeito a encontrar o que quer, o que não quer e o que nem sabe que não quer. Se adultos escorregam na rede, risco muito maior correm as crianças, inexperientes e influenciáveis – situação que demanda dos pais supervisão constante e preocupação permanente, visto que controle total e absoluto eles nunca vão ter. “A gente cresceu ouvindo os pais dizer para não abrir a porta para estranhos, não aceitar carona de desconhecidos, não falar com qualquer um na rua. Pois na internet a criança abre a porta para o mundo. Muitos pais ainda acham que ela está segura dentro do quarto, brincando no computador”, espanta-se a gerente da área de segurança da Microsoft no Brasil, Marinês Gomes. Assinante lê mais aqui

Uso indevido de e-mail: sem provas, banco terá de indenizar empregado

Ao julgar recurso oriundo do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (Ceará), a Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve decisão em que o Banco do Nordeste S/A foi obrigado a indenizar empregado que havia sido punido pelo suposto uso de e-mail corporativo para fins particulares. Em procedimento administrativo, o banco suspendeu o empregado por 30 dias e o transferiu de agência, sob acusação de ter infringido norma interna e usado o e-mail do banco para praticar agiotagem entre os colegas de trabalho.

GizmoSMS

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Depois do Gizmo Project e do Gizmo Call, agora é a vez do Gizmo SMS. O serviço promete o envio gratuito de SMS para 65 países (o Brasil está incluso). Para isso basta acessar o site gizmosms.com digitar o número do celular, escolher o país, escrever a mensagem e enviar.

Dica do Webmaníaco