Archive for the ‘Gestão’ Category

Acidente mata 11 pessoas no Norte de Minas

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(clique para ampliar)

A batida entre um ônibus e uma carreta carregada de cerâmica, nesta madrugada, causou a morte de pelo menos 11 13 pessoas na MG 122, que liga Porteirinha a Janaúba, região norte do estado.

Segundo o corpo de bombeiros morreram os dois motoristas além de 9 passageiros. Outros 23 feridos foram levados para hospitais da região.

A carga da carreta está espalhada pela pista, que está interditada nos dois sentidos. Não há previsão para liberação da pista.

Updated: 14:06 pm

Fotos: Samarone Xavier/Especial para o EM

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Querem escândalo? Eis um de R$ 131 bi

Da Agência Brasil: Governo quer definir negociação de dívidas agrícolas até domingo, diz ministro.

Os ministérios da Agricultura e da Fazenda e a Comissão de Agricultura do Senado Federal devem definir até domingo (15) as condições para a renegociação das dívidas de agricultores. Segundo o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, este é o prazo para que eles possam obter empréstimos para a safra de verão, que começa em agosto. “Deveremos ter regras que não se constituam impedimento para a obtenção de recursos para a próxima safra”. Uma das soluções em estudo seria jogar 80% das dívidas a vencerem este ano para o final das prestações, de modo a deixar o produtor adimplente. “É preciso encontrar uma fórmula para tornar o agricultor adimplente novamente. Estamos estudando adiar para o final dos empréstimos as prestações que não foram honradas por causa da situação desfavorável do setor em safras passadas”. O ministro disse que as dívidas do setor agrícola com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com o Banco do Brasil chegam a R$ 131 bilhões, incluídas as dívidas que vêm sendo renegociadas desde a década de 90 e cujo prazo de vencimento é nos próximos 20 anos. “A maior parte desta dívida tem prazo de vencimento de até cinco anos, mas você tem dividas que vêm sendo prorrogadas por até 20 anos e que vêm desde o início da década de 90. Causadas por fatores diversas que vão da seca aos planos econômicos”.

Eis um escândalo bilionário. O agronegócio deve R$ 131 bi para o BNDES e o Banco do Brasil. Segundo a reportagem, “incluídas as dívidas que vêm sendo renegociadas desde a década de 90”. Agora, o ministro da Agricultura propõe mais uma benesse, “jogar 80% das dívidas a vencerem este ano para o final das prestações”. Pois eu tenho uma idéia melhor: executar as dívidas a partir de um certo valor. O agronegócio brasileiro sustenta-se num tripé: 1) prosperidade privada, 2) dinheiro público barato, na modalidade de empréstimos que não necessariamente precisam ser pagos e 3) recordes anuais de produção e também de choradeira. Querem capitalismo? Pois então que tenhamos capitalismo. Deve e não pagou, a dívida será executada. Aposto que não vai faltar terra para a reforma agrária. Talvez a coisa resvale em algum dos novos amigos de infância do presidente da República e de seu partido. Mas não se faz omelete sem quebrar ovos, não é?

Retirado do Blog do Alon

Síndrome de Gabriela

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A atual administração do Prefeito Athos Avelino continua agindo ainda quase da mesma forma de quando iniciou em 2005, cometendo os mesmos erros e reclamando por não conseguirem a empatia popular que tanto desejam. Parece contaminada pela Síndrome de Gabriela – “eu nasci assim, eu cresci assim…” e não se deixa perceber que pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença.

Acredito que uma mudança drástica seria melhor, mas, até algumas pequenas mudanças gerariam resultados enormes. Sei que mudar é um processo longo e, muitas vezes, doloroso, que requer esforço e disciplina. Mas é preciso colocar a mão na massa.

O que precisa ser mudado já foi há muito identificado. Aquilo ou aqueles que trazem prejuízo para que esta gestão deslanche é público e notório. Mas se ainda restar dúvidas posso, sem dificuldades, ajudar a apontar. O que mais confunde as pessoas é a impressão que se tem de que as coisas são “tocadas” de qualquer maneira, sem planejamento, sem cronograma, sem um plano mestre. Já não basta mais a boa intenção expressa nas palavras. É preciso ação, ou melhor, ações aos montes.

Não vejo um único Secretário com força e capacidade, além do Paulo Ribeiro. Todos os demais são fracos em gestão ou em política. Alguns conseguem ser fracos nos dois ao mesmo tempo. E pior a equipe não é homogênea. Na verdade a prefeitura é composta de vários grupos que tentam remar a canoa para o lado que mais lhes convém. Resultado: a canoa não sai do lugar e começou a fazer água.

A pergunta que todos fazem é: Ainda há tempo para consertar?