Veja 5: Mainardi e o “crioulo” de Lula

Diogo comenta o caso da punição estúpida a Paulo Kramer, da UnB e lembra que Lula se referiu a negro como “crioulo” no mesmo dia em que o professor era vítima do fascismo politicamente correto. “No mesmo dia em que foi aplicada a multa ao professor Kramer, Lula, num evento no Rio de Janeiro, contou que, aos 14 anos, aproveitava as enchentes em seu bairro para ganhar uma gorjeta dos vizinhos. Ele estendia uma tábua sobre o charco, no meio de fezes, ratos e baratas, e cobrava um pedágio dos passantes. Um de seus clientes era, de acordo com ele, “um afrodescendente, que naquele tempo a gente chamava de crioulo, bem forte e alto”. A claque presidencial riu e aplaudiu, sem se incomodar com o deboche da linguagem politicamente correta. O episódio demonstra que, desde cedo, Lula aprendeu a lucrar com a miséria alheia. Demonstra também que as regras que se aplicam a uns podem ser impunemente violadas por outros. Aquele mesmo “crioulo” que rendeu uma multa ao professor Kramer foi calorosamente aprovado na boca de Lula.” Assinante lê aqui

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