Posts de Outubro, 2007|Página de posts mensais
Agora sim, voltamos!
Caros amigos, agora é pra valer. Voltamos. O 2Dedos não estava desativado, apenas passamos por uma reformulação na nossa estrutura de acesso à internet que deveria durar apenas alguns dias e já se vão vários. Pedimos desculpas a todos e agradecemos também aos que continuaram nos visitando neste período. Obrigado.
Continuaremos na nossa linha independente, falando de todos e de tudo, sem perseguições e sem rabo preso. Tudo que for notícia e que acharmos relevante, colocaremos aqui. Ou não!
Afinal de quem é a Record News?
Saiu na coluna do Daniel Castro na Folha de hoje:
“Em editorial lido ontem no “Jornal da Record”, a Record atacou a Globo, acusando-a de ter feito “uma operação covarde e leviana para impedir o sucesso do lançamento da Record News”, com a presença do presidente Lula, na última quinta. A Record disse que a Globo sempre operou no “subterrâneo do poder constituído” e que já usou “o Brasil e os brasileiros para os seus interesses mais vis” (…)
Segundo a Record, o editorial foi uma resposta à “pressão desesperada” que a Globo fez nos bastidores, na semana passada, para sensibilizar ministros de que a Record News é uma operação ilegal, já que a Record tem dois canais abertos na cidade de São Paulo.
(…)
A Record negou que a Record News seja irregular. A legislação proíbe uma mesma pessoa ou entidade de explorar “mais de uma outorga do mesmo tipo de serviço de radiodifusão na mesma localidade”. A Record diz que a TV Record de São Paulo é do bispo Edir Macedo, mas a Rede Mulher, nome oficial da Record News, não.”
A Globo respondeu com uma nota dura: “Esse ataque leviano não chega a ser surpreendente: é de se esperar que um grupo que lucra pela manipulação de fé religiosa queira também manipular a opinião pública.”

Afinal, se o bispo Edir Macedo não é o dono porque discursou na inauguração e apertou o botão dando início as operações?
Aeronáutica culpa controladores por acidente da Gol
Por Eliane Cantanhêde, na Folha desta terça:
Antes mesmo do anúncio do relatório técnico final das investigações sobre o choque entre o Boeing da Gol e o jato Legacy, que matou 154 pessoas, o comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, encaminhou à Justiça Militar o IPM (Inquérito Policial Militar) indiciando cinco controladores de vôo por “materialidade e indícios de autoria de crime” no acidente. O resultado do IPM, ao qual a Folha teve acesso, indica por que falharam as mais de 20 tentativas de comunicação entre o avião e o controle aéreo de Brasília: a freqüência que o Legacy usava, 125.05 MHz, não funcionava no setor aeronáutico em que o avião voava na região do acidente.
O IPM só indicia controladores e poderá influenciar o processo na Justiça comum que irá determinar as responsabilidades pelo acidente e a discussão sobre indenizações. O comportamento dos pilotos do Legacy, apontado até aqui como um dos fatores principais do acidente, é citado, mas sem conseqüências legais, pois trata-se de um inquérito militar. O texto, confidencial, foi enviado por Saito à juíza auditora da 11ª Circunscrição Judiciária Militar, Zilah Petersen, em 19 de julho passado. O encarregado do IPM foi o coronel aviador Luiz Claudio Ribeiro da Silva.
Os cinco controladores indiciados estão sujeitos a enquadramento no Código Penal Militar e, portanto, a prisão, suspensão e expulsão da carreira. São eles os sargentos Felipe dos Santos Reis, Jomarcelo Fernandes dos Santos, Lucivando Tibúrcio de Alencar e Leandro José dos Santos Barros, do Cindacta-1 (o controle aéreo de Brasília), além do suboficial João Batista da Silva, de São José dos Campos (SP), de onde decolou o Legacy.
Mãe diz que jogou bebê pela janela
Reportagem de Patricia Giudice para O Tempo:
A mãe da criança abandonada no ribeirão Arrudas na tarde de domingo foi presa ontem pela Polícia Civil e encaminhada para um hospital. Elisabete Cordeiro dos Santos tem 25 anos, é solteira e mora com a mãe na Vila Dom Bosco, em Contagem. No momento da prisão, que ocorreu na casa dela, Elisabete não mostrou arrependimento de ter jogado a filha no rio, segundo o delegado Anderson Pires Bahia, da 4ª seccional. “Não alegou motivo para fazer isso. Ela disse que queria abortar. Conversou normalmente, assumiu o fato e está tranqüila. Não se arrependeu”, afirmou.

Segundo o delegado, a mãe falou que jogou a menina pela janela da casa dela. Até o início da noite de ontem, a criança permanecia internada no Hospital Municipal de Contagem, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A mãe foi levada para o Instituto Médico-Legal (IML), onde passou mal. Depois foi conduzida para um hospital em Belo Horizonte onde também vai ficar internada. O delegado informou que pediu que fossem realizados exames de lesão corporal, puerpério e sanidade mental.
Nas explicações iniciais dadas à polícia, ela afirmou que cometeu o aborto dentro do banheiro de sua casa, após tomar um medicamento. A mãe teria colocado o bebê em uma sacola e jogado pela janela. A parte de trás da casa onde mora coincide com um barranco que dá para o ribeirão. Mas a polícia desconfia que a mãe pode ter colocado a criança na beira do rio. São cerca de 2 m de altura da residência até a água e a sacola pode ter percorrido cerca de 10 m até o local onde foi encontrada.
Funcionários do hospital onde Elisabete está internada informaram que ela apresentou uma hemorragia uterina e pode estar com depressão pós-parto. Ela iria passar a noite no hospital com escolta policial. A instituição divulgou um boletim no início da noite informando que ela foi internada às 11h40, submetida a uma curetagem, passava bem e não tinha previsão de receber alta médica. A mãe foi presa em flagrante e pode pegar de cinco a 13 anos de prisão. De acordo com o delegado, trata-se de uma tentativa de homicídio com o agravante de ser contra uma pessoa indefesa. O inquérito deve ser concluído em dez dias.
Elisabete é conhecida como Tuca e estava em casa no domingo quando ocorreu toda a movimentação da imprensa e curiosos. Moradores da região contaram que enquanto a bebê era resgatada, Elisabete observava a ação pela janela, mas não saiu de casa.
A mãe da criança disse ontem aos policiais que teve um relacionamento rápido com o pai do bebê e, com vergonha, acabou escondendo a gravidez. Os agentes estão tentando localizar o pai. Ele mora no bairro Paulo 6º, na região Noroeste de Belo Horizonte, e não sabia da gravidez. Depois que sair do hospital, Elisabete vai prestar depoimento oficial na delegacia e ser encaminhada para uma penitenciária.
A notícia de que ela havia sido presa pegou de surpresa os parentes e amigos. Vaneide dos Santos também é vizinha da mulher e contou que nunca percebeu que ela tivesse grávida. A vendedora disse que Elisabete sempre foi muito magrinha e não tinha barriga. “Ela não era de sair muito e quando saía sempre se comportava muito bem. Ela não devia estar em um estado normal para fazer isso”, lamentou.
Drible da Foca faz Kerlon virar produto no Cruzeiro
Centro das atenções na última semana, após driblar o lateral Coelho e ser agredido pelo adversário, o jovem atacante Kerlon se tornou a grande aposta do departamento de marketing do Cruzeiro. O clube já estuda um plano para a criação de uma linha de produtos licenciados relacionados ao jogador.

Foi realizada uma reunião no último sábado com o jogador, e a criação dos produtos licenciados de Kerlon esteve na pauta. Apesar de não confirmar quais artigos podem ser lançados, a imagem da foca – apelido dado ao jovem atleta por conta do seu drible característico – deve ser o gancho da linha.
O lançamento de Kerlon é mais um dentro da linha adotada pela Cruzeiro para conduzir os seus licenciados. No começo de 2007, o clube resolveu assumir a área e encerrou o acordo que tinha com a Pro Entertainment. O objetivo era gerir de forma independente os assuntos relacionados aos seus artigos oficiais.
Até o mês de agosto, o departamento registrou um crescimento considerável de produtos oferecidos e a meta é chegar a mil artigos até o segundo semestre de 2008.
Manchetes do Dia (02/10)
Jornal de Notícias: MOC chega ao 60º assassinato
O Tempo: Presa mãe que jogou bebê no Arrudas
Hoje em Dia: Mãe jogou o bebê pela janela
Estado de Minas: Governo cobra R$ 13 mi desviados pelas ONGs
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