Posts de Maio 13th, 2007|Página de posts diários

Dia das Mães

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Que nosso Senhor Deus abençõe todas as mães. Mãe querida, te amo.

Charge do dia

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U2 e Pearl Jam – Encontro para a história

Sai Meirelles e entra Marina no papel de vilã

ministramarinasilva.jpgDe Ana Paula Scinocca em O Estado de S. Paulo, hoje: “Com menos de seis meses após a nova posse, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já tem como marca deste segundo mandato o fato de a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, ter virado uma espécie de Henrique Meirelles. Explica-se: as reclamações contra os juros e a equipe do presidente do Banco Central, apontados no primeiro mandato como supostos entraves ao ”espetáculo do crescimento”, foram substituídas pela queixa contra a ministra Marina, a equipe do Meio Ambiente e as licenças ambientais. No balanço da semana que passou, coube a eles o papel de vilões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Especialistas e políticos ouvidos pelo Estado – inclusive os da base aliada – temem que o governo na verdade enfrente problemas de gestão, mas prefira vender a idéia de que não se importa em fazer obras rifando o respeito ao ambiente”.

Oito governadores estão mas mãos da Justiça

De Fernanda Guzzo e Leonel Rocha para o Correio Braziliense:
A divisão do poder federativo no Brasil está nas mãos da Justiça. Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vão decidir até o próximo ano o futuro de pelo menos oito governadores de vários partidos. Todos foram denunciados pelo Ministério Público ou por adversários derrotados nas eleições do ano passado e aguardam julgamento por crimes como compra de votos, abuso de poder político e econômico, além de uso da máquina administrativa na campanha. Desse grupo, três são do PSDB, o partido que corre maiores riscos de perder governadores, e dois do PMDB. Mas há governadores do PT, PDT e outras legendas menores.

Os casos que mais preocupam as cúpulas dos partidos são o de Ivo Cassol (PPS), de Rondônia, e o do tucano Cássio Cunha Lima, da Paraíba. Os dois foram denunciados pelo Ministério Público por crimes eleitorais, entre eles abuso de poder político e econômico. Cassol será julgado em processo separado pelo mesmo crime eleitoral que já provocou a condenação, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Rondônia, do senador Expedito Júnior (PR-RO). O parlamentar teve o mandato cassado, mas recorreu.

O processo de Cunha Lima também tira o sono da direção do PSDB. O governador paraibano foi denunciado pelo MPE porque teria distribuído R$ 4,5 milhões, no início do ano eleitoral, por meio de 30 mil cheques emitidos pela Fundação de Ação Comunitária (FAC), órgão do governo estadual, e pagos com recursos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. Segundo os procuradores, as irregularidades teriam sido suficientes para desequilibrar o resultado da eleição. O advogado do governador, Luciano Pires, alega que “não houve distribuição de cheques, mas sim atendimento a pessoas carentes por meio de recursos financeiros que tinham previsão orçamentária, antes do ano eleitoral, e dispositivo legal”.

A cúpula tucana evita tratar do assunto. Mas a possibilidade de perder governadores está obrigando a direção do PSDB a se mobilizar. “Parte da Executiva do partido está muito preocupada com os processos dos nossos governadores e fatalmente o assunto fará parte da agenda nacional do partido nas próximas semanas”, admitiu o deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), membro da comissão executiva do partido. Ele chegou a cancelar uma viagem ao exterior prevista para a próxima semana para acompanhar de perto a tramitação do processo. O tucano Ottomar Pinto, governador de Roraima, também responde a processo no TSE. Já o governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho, aguarda julgamento de ação contra ele no TRE, mas o caso deverá chegar ao TSE.

Torcida

Se por um lado teme que o rigor do TSE ao julgar tucanos, Eduardo Gomes torce para que o tribunal tire o mandato do peemedebista Marcelo Miranda, governador de Tocantins. Isso porque uma condenação abriria espaço para o hoje tucano Siqueira Campos, primeiro governador do estado e autor da denúncia contra Miranda. Segundo a assessoria da direção nacional do PMDB, o partido está acompanhando a tramitação dos processos e tem recebido informações otimistas dos governadores denunciados. Os advogados dos peemedebistas acreditam que não há possibilidade de condenação dos seus clientes, porque todos se consideram inocentes.

Se todos os governadores acusados forem cassados, a Justiça Eleitoral deverá decidir em cada caso se convocará novas eleições ou se o segundo colocado no pleito poderá assumir. A segunda hipótese poderia provocar um troca-troca de ocupantes dos palácios de governo. O PMDB, por exemplo, perderia dois executivos estaduais – Luiz Henrique, de Santa Catarina, e Marcelo Miranda, do Tocantins — mas poderia assumir o poder na Paraíba e no Maranhão, caso o governador Jackson Lago, do PDT, seja condenado por abuso de poder político e utilização da máquina administrativa estadual, na ocasião sob responsabilidade do então governador José Reinaldo Tavares. Mesmo que veja seus dois governadores condenados, o PMDB manteria o poder porque continuaria administrando sete estados. O PT corre o risco de perder o governo de Sergipe por causa de ação contra Marcelo Déda, mas poderia ganhar o governo de Rondônia em caso de condenação de Ivo Cassol.

A possibilidade de haver uma dança de cadeiras nos governos estaduais pode ser ainda maior. Isso porque, além dessas ações, tramitam processos de impugnação de mandato eletivo nos TREs envolvendo executivos estaduais. Essas ações, no entanto, correm em segredo de Justiça. 

Mercado Central de BH ganha cara de shopping

mercadocentral.jpgDe Karla Mendes para o Estado de Minas:
Os labirintos do Mercado Central revelam segredos ainda pouco conhecidos por muitas pessoas. Os inúmeros corredores do charmoso espaço que se consagrou como um dos principais pontos turísticos e local de encontro de pessoas das mais diversas classes sociais da capital mineira, mostram uma face bem diferente daquela de 78 anos atrás, quando foi concebido na Avenida Augusto de Lima para reunir um mercado popular de frutas, verduras e carnes. Hoje, além das tradicionais bancas que vendem produtos genuinamente mineiros, como o queijo canastra e a cachaça, também disputam o bolso dos freqüentadores agência de viagens, butiques, salões de beleza e até empréstimo para aposentados com desconto em folha.

“A gente se preocupa em não se tornar um shopping center, mas tivemos que passar por várias transformações para atender a mudança do perfil do nosso público, estratégicas para sobrevivência no mercado”, afirma Macoud Patrocínio, diretor-presidente do Mercado Central. “Se tivéssemos ficado parados no tempo, teríamos fechado as portas, fato que está ocorrendo com os mercados distritais que, como são públicos, não puderam evoluir”, destaca. Ele lembra que, na década de 1970, o Mercado Central era o principal ponto de abastecimento de hortifrutigranjeiros. “Era muito comum as pessoas virem ao mercado comprar alface e cebolinha para fazer o almoço”, diz. Mas, com o surgimento dos hipermercados e sacolões a partir da década de 1980, o mercado teve que se adaptar e oferecer outros atrativos, pois os consumidores passaram a comprar esses produtos nos bairros. Leia mais aqui (link aberto)

Foto: Emmanuel Pinheiro/EM

Manchetes do Dia (13/05)

Jornal de Notícas: Presídio será entregue nos próximos 5 meses

O Tempo: Fiéis guardam lugar antes da missa final

Hoje em Dia: CEMIG faz cerco a gatos

Estado de Minas: Riqueza da cana gera violência